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Crenças

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De onde vem a verdadeira Confiança?

A confiança não vem da mente analítica, é uma habilidade emocional

Pense comigo! Você se organiza, estuda, analisa todos os possíveis cenários. Olha os indicadores e conclui que vale a pena dar aquele passo. Dá pra ter confiança nos seus planos! Você já leu todas as valiosas dicas imagináveis dadas por todos os blogueiros e especialistas da internet – separou as melhores das tais listas de como fazer. Tem que dar certo!

Após o planejamento você parte para a execução. Realiza tudo conforme o manual. O dia do “vamos ver” está chegando e você confere aquele checklist para ter a plena certeza de que dará tudo certo. Só que um frio na barriga sobe e o peito aperta. Nesse momento você tem a plena certeza de que se der certo você vai confiar, certo? Pode ser, mas sinto te informar que essa é a falsa confiança.

Quer pensar comigo de onde vem a confiança? Continue lendo.

Humildade não é subserviência

Para ser honesto, não me sinto o maior ídolo brasileiro. Não me sinto uma pessoa tão importante assim para merecer uma festa durante uma noite toda no Brasil.

Olá! Rogério Braga aqui.

É com essa humilde frase de nada mais nada menos que Ayrton Senna ao se sagrar tricampeão mundial de Fórmula 1 que eu começo o post de hoje. O assunto que passa diante dos nossos olhos de uma maneira muito sutil, mas que acaba fazendo toda diferença na nossa sociedade. Antes de abordar o assunto diretamente, gostaria de passar brevemente por uma história que acontece no dia a dia brasileiro, e seu significado passa muitas vezes desapercebido.

A CENA:

Uma faculdade em uma cidade qualquer. Um curso de humanas ou gerenciais qualquer. Aula de sociologia, filosofia ou algo do gênero. Sexta-feira, segunda de duas aulas existentes no turno da noite. Matriculados na matéria: aproximadamente 40 alunos. Presentes no dia: 35, dos quais 28 estão na mesa do bar ao lado da faculdade. O professor liberou a chamada, pois ele parte do pressuposto que só dará aula para quem está afim de estudar.

A ANÁLISE:

Você deve estar pensando que vou criticar algum elemento da cena, mas não! Essa análise vou deixar para você. Convido primeiramente analisar o sentimento que você teve em relação à cena. Em seguida irei te perguntar:

Malícia não é Maldade

Uma história da ressignificação das palavras!

Pedro tinha 14 anos quando se apaixonou por Mariana. Ela era linda, olhos puxados, quadril largo e cintura fina. Um rosto que foi desenhado por anjos. Ela entrou na aula. Ele já estava sentado e um pouco distraído… não conhecia ninguém e apenas observava os outros meninos brincarem. Algumas duplas de meninas cochichavam olhando pra ele. Ele não quis mais olhá-las. Ela sentou na sua frente e logo seu coração bateu diferente.

O tempo se passou durante aquele ano e ele se tornou um grande amigo de Mariana. Sua falta de malícia não deixou ele perceber que algo a tinha deixado mais leve depois de algum tempo, mais feliz… O desinformado Pedro havia achado o máximo suas sutis mudanças e ainda jurava que só ele havia percebido, pois só quem ama de verdade pode notar tais coisas. Até que um dia ela conta a história de João Flávio – Que tiro no coração! – nada mais nada menos que seu namoradinho do interior.

Como ele não sabia desse cara antes? Eram melhores amigos agora! Ela já devia ter falado. Que nada! Ela não poderia fazer isso! Ela era o amor da vida dele! Era para serem um casal perfeito. Quem diabos é esse cara?

Ter ou não ter: eis a questão!

Muito se diz que todo mundo tem seu preço e que ser corrupto faz parte de nossa natureza. Outros, como o filósofo que cito abaixo, no entanto, discordariam desse ponto de vista.

“O homem nasce bom e a sociedade o corrompe”
(Jean-Jacques Rousseau)

Há quem defenda que o homem nasça neutro, mas para esse texto e efeitos práticos, isso não importa muito. O meu objetivo aqui é mostrar como algumas crenças nos definem catastroficamente e algumas delas estão arraigadas em tradições tão antigas, que nem sabemos de onde vem.

A principal crença que quero discutir é como a incompatibilidade entre riqueza e felicidade pode ser uma delas e muitas vezes nem nos damos conta que temos esse conflito interno.

Suas crenças te definem

Diversas crenças que te movimentam inconscientemente pela vida

Durante muito tempo você recebeu um bombardeio de crenças que te ajudaram e te atrapalharam sem que você soubesse disso. Você foi formado em um ambiente com uma cultura tal, teve pessoas com diversas crenças diferentes compartilhando seus pensamentos, conquistas e derrotas. Dividiu tarefas, regras e inevitavelmente escutou algumas recomendações. Por exemplo, alguns exemplos de quem te criou:

– Cuidado com a friagem, não vá tomar vento nas costas!
– Não tome banho depois de comer senão terá uma indigestão.
– Pra que você está comendo tanto abacaxi? Vai ficar cheio de afta!

Sem contar com a recomendação campeã nas casas brasileiras:
– Pare de andar descalço, senão você vai gripar!